sábado, 12 de março de 2011

Estava eu aguardando um almoço de um sábado que tinha muito mais cara domingo que o próprio. Troquei o canal da tevê, tirei do futebol - até porque não sou obrigado - para colocar num canal de notícias.
Foi uma boa troca, aliás, esta edição do jornal era sobre o terremoto e a tsunami que atingiram o Japão nos últimos dias. As imagens da destruição eram assutadoras, principalmente uma que mostrava uma pessoa dentro de um carro pedindo ajuda, mas a correnteza foi mais forte e levou o carro todo. A notícia de que em uma cidade 10 mil pessoas estão desaparecidas, não é qualquer coisa.
Os japoneses são supimpa na tecnologia, isso todos já sabemos. Mas é impossível que essa tecnologia funcione 100% e salve a todos sem nenhum arranhão. As perdas, materiais ou não, são inevitáveis. Portanto, lamento muito pelas perdas, vítimas e suas famílias.
Mas a minha indignação foi com o mesmo canal de televisão, que tratou de acabar com as informações tristes que invadiam os lares sem permissão e iniciou uma matéria sobre UFOLOGIA. Para quem não sabe, Ufologia é o estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos objetos voadores não identificados. "COMO ASSIM?" foi o que eu pensei na hora. Aliás, até agora.
Como se lida com um mundo onde há gente morrendo de fome, e as pessoas insistem em gastar dinheiro e TEMPO (até porque no capitalismo tempo é dinheiro) com estudos da possibilidade de existir vida fora da Terra? Sem ir muito longe, há pessoas precisando de AJUDA no Japão (e em mil outros lugares), e a preocupação das pessoas é achar vida fora do planeta?
Pra mim, os alienígenas que se fodam. Aliás, nada foi comprovado ainda, provavelmente porque eles devem estar muito ocupados ajudando a os que precisam da própria espécie.
Eu sei que daqui sou impotente pro Japão, mas com certeza lá deve ter alguma sociedade ufóloga e espero que tenha sido a primeira coisa a ser destruída com a tsunami ou o terremoto.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Quero relaxar, mas o cérebro não deixa

Ainda é o segundo dia do ano e parece que refleti por um ano inteiro. Preciso de férias das férias, da alienação para que não filosofe, não pense e a loucura não venha à tona. Pensar, ao contrário do que possa estar parecendo, é algo precioso. Hoje, a cultura descartável adubada pela falta de consciência, ou até, conhecimento, impede qualquer forma de reflexão, se não, os interesses capitalistas que falam mais alto não poderão ser atingidos.
Enfim, apenas cansei com essa história de "ano novo, vida nova", que me fez parar e analisar cada detalhe mínimo da minha breve vida; ainda mais na fase em que me encontro. Quero apenas relaxar, mas o cérebro não deixa. Quero a normalidade apenas como descanso, mas a insanidade de cada dia não deixa.

domingo, 4 de abril de 2010

"The stars, the moon, they have all been blown out
You left me in the dark
No dawn, no day, I'm always in this twilight
In the shadow of your heart"

Florence + the Machine - Cosmic Love

sábado, 3 de abril de 2010

apocalypse, please!

Sabe quando dá aquela vontade de que o mundo exploda? Exatamente. Quero que se foda mesmo, não tou nem aí.
Bom sábado a todos!

domingo, 28 de março de 2010

"You've left me speechless". É, escrever pra não pensar é difícil.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Poderia ter sido mais cult e colocado Camões? Não, ainda muito romântico.

"Love is a fire.
Burns down all that it sees.
Burns down everything.
Everything you think
Burns down...everything you say."

Bem sombrio como essa coisa. E não é a mais pura verdade?
Um beijo pra quem tem coração de pedra.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Eu mesmo que afirmava que amar não doía; e não dói mesmo não. Só deixa confuso, principalmente em relação às circunstâncias, ainda mais as que tornam um encontro complexo demais para o plano real.
Saudade dói. Essa sim, dói mais que qualquer dor de parto.
Mas agora não, tenho aula amanhã.