Estava eu aguardando um almoço de um sábado que tinha muito mais cara domingo que o próprio. Troquei o canal da tevê, tirei do futebol - até porque não sou obrigado - para colocar num canal de notícias.
Foi uma boa troca, aliás, esta edição do jornal era sobre o terremoto e a tsunami que atingiram o Japão nos últimos dias. As imagens da destruição eram assutadoras, principalmente uma que mostrava uma pessoa dentro de um carro pedindo ajuda, mas a correnteza foi mais forte e levou o carro todo. A notícia de que em uma cidade 10 mil pessoas estão desaparecidas, não é qualquer coisa.
Os japoneses são supimpa na tecnologia, isso todos já sabemos. Mas é impossível que essa tecnologia funcione 100% e salve a todos sem nenhum arranhão. As perdas, materiais ou não, são inevitáveis. Portanto, lamento muito pelas perdas, vítimas e suas famílias.
Mas a minha indignação foi com o mesmo canal de televisão, que tratou de acabar com as informações tristes que invadiam os lares sem permissão e iniciou uma matéria sobre UFOLOGIA. Para quem não sabe, Ufologia é o estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos objetos voadores não identificados. "COMO ASSIM?" foi o que eu pensei na hora. Aliás, até agora.
Como se lida com um mundo onde há gente morrendo de fome, e as pessoas insistem em gastar dinheiro e TEMPO (até porque no capitalismo tempo é dinheiro) com estudos da possibilidade de existir vida fora da Terra? Sem ir muito longe, há pessoas precisando de AJUDA no Japão (e em mil outros lugares), e a preocupação das pessoas é achar vida fora do planeta?
Pra mim, os alienígenas que se fodam. Aliás, nada foi comprovado ainda, provavelmente porque eles devem estar muito ocupados ajudando a os que precisam da própria espécie.
Eu sei que daqui sou impotente pro Japão, mas com certeza lá deve ter alguma sociedade ufóloga e espero que tenha sido a primeira coisa a ser destruída com a tsunami ou o terremoto.
quebra-cabeças
sábado, 12 de março de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
Quero relaxar, mas o cérebro não deixa
Ainda é o segundo dia do ano e parece que refleti por um ano inteiro. Preciso de férias das férias, da alienação para que não filosofe, não pense e a loucura não venha à tona. Pensar, ao contrário do que possa estar parecendo, é algo precioso. Hoje, a cultura descartável adubada pela falta de consciência, ou até, conhecimento, impede qualquer forma de reflexão, se não, os interesses capitalistas que falam mais alto não poderão ser atingidos.
Enfim, apenas cansei com essa história de "ano novo, vida nova", que me fez parar e analisar cada detalhe mínimo da minha breve vida; ainda mais na fase em que me encontro. Quero apenas relaxar, mas o cérebro não deixa. Quero a normalidade apenas como descanso, mas a insanidade de cada dia não deixa.
Enfim, apenas cansei com essa história de "ano novo, vida nova", que me fez parar e analisar cada detalhe mínimo da minha breve vida; ainda mais na fase em que me encontro. Quero apenas relaxar, mas o cérebro não deixa. Quero a normalidade apenas como descanso, mas a insanidade de cada dia não deixa.
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
apocalypse, please!
Sabe quando dá aquela vontade de que o mundo exploda? Exatamente. Quero que se foda mesmo, não tou nem aí.
Bom sábado a todos!
Bom sábado a todos!
quinta-feira, 25 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
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