Ainda é o segundo dia do ano e parece que refleti por um ano inteiro. Preciso de férias das férias, da alienação para que não filosofe, não pense e a loucura não venha à tona. Pensar, ao contrário do que possa estar parecendo, é algo precioso. Hoje, a cultura descartável adubada pela falta de consciência, ou até, conhecimento, impede qualquer forma de reflexão, se não, os interesses capitalistas que falam mais alto não poderão ser atingidos.
Enfim, apenas cansei com essa história de "ano novo, vida nova", que me fez parar e analisar cada detalhe mínimo da minha breve vida; ainda mais na fase em que me encontro. Quero apenas relaxar, mas o cérebro não deixa. Quero a normalidade apenas como descanso, mas a insanidade de cada dia não deixa.